segunda-feira, 13 de junho de 2011

Borboletas - Mário Quintana



Borboletas
Mário Quintana

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas,
assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre,
e quando procuramos estar com alguém,
temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos,
porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam,
elas se completam ... não por serem metades,
mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que,
para ser feliz com a outra pessoa,
você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama)
e que não quer nada com você,
definitivamente, não é o homem ou mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você,
principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas
e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você não vai achar quem você está procurando,
mas quem estava procurando por você"

domingo, 12 de junho de 2011

Quero Alguém... - Mário Quintana



Quero Alguém...
Mário Quintana

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
quero apenas que me ame,
não me importando com que intensidade...

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem!
O importante pra mim é saber que eu, em algum momento,
fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado...

Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo
quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz,
para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também
pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto...

Queria ter a certeza de que,
apesar de minhas renúncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona,
que dê valor ao que realmente importa,
que é meu sentimento...
e não brinque com ele...
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude,
para que eu nunca cresça,
para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo,
mas se um dia isso acontecer,
quero ter forças suficientes para mostrar a ela que o amor existe...
Que ela é superior ao ódio e ao rancor,
e que não existe vitória sem humildade e paz.

Quero poder acreditar que, mesmo se hoje eu fracassar,
amanhã será outro dia,
e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa,
de poder dizer a alguém o quanto é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros...

Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
que o amor existe,
que vale a pena se doar às amizades a às pessoas,
que a vida é bela sim,
que eu sempre dei o melhor de mim...
e que valeu a pena!!!

sábado, 11 de junho de 2011

Mulheres Possíveis - Martha Medeiros



Mulheres Possíveis
Martha Medeiros

      'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado,  decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
      E, entre uma coisa e outra, leio livros.
      Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
      Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

      Primeiro: a dizer NÃO.
      Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
      Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
      Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

      Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

      Você não é Nossa Senhora.
      Você é, humildemente, uma mulher.

      
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

      Tempo para fazer nada.
      Tempo para fazer tudo.
      Tempo para dançar sozinha na sala.
      Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
      Tempo para sumir dois dias com seu amor.
      Três dias.
      Cinco dias!
      Tempo para uma massagem.
      Tempo para ver a novela.
      Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
      Tempo para fazer um trabalho voluntário.
      Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
      Tempo para conhecer outras pessoas.
      Voltar a estudar.
      Para engravidar.
      Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
      Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

      Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

      Existir, a que será que se destina?
      Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
      A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

      Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

      Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

      Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
      Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

      Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
      Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

      E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante' .

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Para Descontrair: Aprenda a Ser Educado no Trabalho



Aprenda a Ser Educado no Trabalho

No lugar de usar:

Nem fudendo! 
-> Não tenho certeza se vai ser possível.

Tô cagando e andando! 
-> Não vejo razão para preocupações.

Mas que porra eu tenho a ver com esta merda? 
-> Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.

Caralho! 
-> Interessante, hein?!

Foda-se, não vai dar nem a pau! 
-> Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.

Puta merda, viado nenhum me fala nada! 
-> Precisamos melhorar a comunicação interna.

E na bundinha, não vai nada? 
-> Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.

Aquele cara é um bunda-mole mesmo! 
-> Ele não está familiarizado com a situação.

Vai pra puta que pariu, seu viado do caralho! 
-> Desculpe, senhor.

Bando de filho da puta! 
-> Eles não ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.

Foda-se, se vira! 
-> Infelizmente não posso ajudar.

Puta trabalhinho de corno! 
-> Adoro desafios.

Ah, deu pro chefe? 
-> Finalmente reconheceram sua competência.

Enfia essa merda no cú! 
-> Está muito bom, mas , por favor, refaça esta parte do trabalho.

Ah, se eu pego o filho da puta que fez isso! 
-> Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.

Esta merda tá indo pro buraco! 
-> Nossos índices de produtividade estão apresentando uma queda sensível.

Agora fudeu de vez! 
-> Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.

Eu sabia que ia dar merda! 
-> Desculpe, eu teria avisado, se tivesse sido previamente consultado.

Cacete, vai sair cagada de novo! 
->Apesar do imenso esforço, teremos outra não-conformidade.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Curiosidades: Aniversário de Bodas


 
Aniversário de Bodas

1 ano Bodas de Papel
2 anos Bodas de  Algodão
3 anos Bodas de Trigo ou Couro
4 anos Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 anos Bodas de Madeira ou Ferro
6 anos Bodas de Perfume ou Açúcar
7 anos Bodas de Latão ou Lã
8 anos Bodas de Papoula ou Barro
9 anos Bodas de Cerâmica ou Vime
10 anos Bodas de Estanho ou Zinco
11 anos Bodas de Aço
12 anos Bodas de Seda ou Ônix
13 anos Bodas de Linho ou Renda
14 anos Bodas de Marfim
15 anos Bodas de Cristal
16 anos Bodas de Safira ou Turmalina
17 anos Bodas de Rosa
18 anos Bodas de Turquesa
19 anos Bodas de Cretone ou Água Marinha
20 anos Bodas de Porcelana
21 anos Bodas de Zircão
22 anos Bodas de Louça
23 anos Bodas de Palha
24 anos Bodas de Opala
25 anos Bodas de Prata
26 anos Bodas de Alexandrita
27 anos Bodas de Crisopázio
28 anos Bodas de Hematita
29 anos Bodas de Erva
30 anos Bodas de Pérola
31 anos Bodas de Nácar
32 anos Bodas de Pinho
33 anos Bodas de Crizo
34 anos Bodas de Oliveira
35 anos Bodas de Coral
36 anos Bodas de Cedro
37 anos Bodas de Aventurina
38 anos Bodas de Carvalho
39 anos Bodas de Mármore
40 anos Bodas de Rubi ou Esmeralda
41 anos Bodas de Seda
42 anos Bodas de Prata Dourada
43 anos Bodas de Azeriche
44 anos Bodas de Carbonato
45 anos Bodas de Platina ou Safira
46 anos Bodas de Alabastro
47 anos Bodas de Jaspe
48 anos Bodas de Granito
49 anos Bodas de Heliotrópio

50 anos Bodas de Ouro
51 anos Bodas de Bronze
52 anos Bodas de Argila
53 anos Bodas de Antimônio
54 anos Bodas de Níquel
55 anos Bodas de Ametista
56 anos Bodas de Malaquita
57 anos Bodas de Lápis Lazuli
58 anos Bodas de Vidro
59 anos Bodas de Cereja
60 anos Bodas de Brilhante ou Jade
61 anos Bodas de Cobre
62 anos Bodas de Telurita
63 anos Bodas de Sândalo
64 anos Bodas de Fabulita
65 anos Bodas de Ferro ou Safira
66 anos Bodas de Ébano
67 anos Bodas de Neve
68 anos Bodas de Chumbo
69 anos Bodas de Mercúrio
70 anos Bodas de Vinho
75 anos Bodas de Diamante ou Alabastro
80 anos Bodas de Nogueira ou Carvalho

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Última Viagem




A Última Viagem

Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Dirigiu-se para a rua e número indicados.

Tratava-se de um prédio simples, com uma única luz acesa no andar térreo.

Ele pensou, logo, em buzinar e aguardar. Mas também pensou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.

Por isso, saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Ele ouviu som como de algo se arrastando, uma voz débil dizer:

"Estou indo. Um momento, por favor."

Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.

Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.

Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.

"Pode me ajudar com a mala?" Disse a senhora.

Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e pediu: "Podemos ir pelo centro da cidade?"

"Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo", observou o taxista.

"Não tem importância", afirmou ela, resoluta. "Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.

Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve."

O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: "Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?"

E ele a levou até um prédio, na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando era ainda mocinha.

Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.

De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.

Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.

Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço: "Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo."

Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.

Logo mais, já numa cadeira de rodas, ela se despediu do taxista.

"Quanto lhe devo?"

"Nada", disse ele. "É uma cortesia."

"Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!"

"Há outros passageiros", respondeu ele.

E, sensibilizado, inclinou-se e a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão: "Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe."

Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: "E se tivesse, como muitos, apenas tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?

E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?

E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?"

Deu-se conta da riqueza que é ser gentil, dedicar-se a alguém.

Dois dias depois, retornou à casa de repouso. Desejava saber como estava a sua passageira.

Ela havia morrido, na noite anterior.

***

Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.

Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.

O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.

Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, um volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.

Pense nisso! E esteja atento para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.

Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cem Homens... - Provérbio Chinês



Cem homens podem formar um acampamento, 
mas é preciso uma mulher para se fazer um lar.
Provérbio Chinês


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Saudade - Guimarães Rosa


 
Saudade
Guimarães Rosa

Saudade de tudo!...

Saudade, essencial e orgânica,
de horas passadas
que eu podia viver e não vivi!...
Saudade de gente que não conheço,
de amigos nascidos noutras terras,
de almas órfas e irmãs,
de minha gente dispersa,
que talvez ainha hoje espere por mim...

Saudade triste do passado,
saudade gloriosa do futuro,
saudade de todos os presentes
vividos fora de mim!...

Pressa!...
Ânsia voraz de me fazer em muitos,
fome angustiosa da fusão de tudo,
sede da volta final
da grande experiência:
uma só alma em um só corpo,
uma só alma-corpo,
um só,
um!...
Como quem fecha numa gota
o Oceano,
afogado no fundo de si mesmo...

domingo, 5 de junho de 2011

Para Descontrair: A Idade Chega Para Todos...


A Idade Chega Para Todos...

Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da sua idade, pensar: não posso estar assim tão velho(a)????

Veja o que conta uma moça:

'Eu estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto.
Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Dante Alighieri.
- Sim, respondeu-me
- Quando se formou? perguntei.
- 1975. Por que esta pergunta? respondeu.
- É que ... bem .... você era da minha classe, eu exclamei.

E então, este velho horrível, cretino, careca, enrugado, barrigudo, flácido, filho de uma p..., me perguntou:
- A senhora era professora de quê????

Yoga Namaskar - Aprenda sobre Yoga!

Meus Blogs Amigos - Vale visitar...

Selinhos

Selinhos
Blog Brindes do Rei

Blog Amigo do Paixão Por Livros

Blog da Ana

Ganhei este selinho da Jacke do Blog Atitudes Positivas

Esse "Yoga Cat" eu ganhei da minha amiga Márcia

Esse selinho eu ganhei da Ana do "Pelos Caminhos da Vida"

Recebi da Jakeline do blog Jakeline Magna... Tudo às Claras!!

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